quinta-feira, 20 de março de 2014

Zamia



Nome científico: Zamia furfuracea
Clima: Tropical ao Subtropical frio
Porte: chega até 2,5 metros
Uso: Ambiente interno e paisagismo
Essa graciosa Cicadácea acaule e de pequeno porte destaca-se principalmente pelo seu largo e rígido folíolo e pela rusticidade, adapta-se a diferentes climas e solos. A Zamia também é a segunda Cicadácea mais cultivada no mundo, ficando apenas atrás da Cyca revoluta. Suas folhas emergentes são um show a parte demonstrando uma coloração bronze cobertas por finas fibras quando emergem, seus cones fêmeas quando maduros expõe os centenas de frutos vermelho vivo . Pode ser usada como planta de interior ou no paisagismo a pleno sol, isoladamente, em grupos ou formando densos e verdejantes maciços.
A zâmia (Zamia furfuracea) é uma cicadácea de origem mexicana, trazida pela primeira vez ao Brasil pelo renomado paisagista Burle Marx. É uma planta de crescimento muito lento que vai muito bem em jardins, tropicais e contemporâneos, em solos úmidos e bem drenados. Pode ser cuidada como uma Cica comum (Cycas revoluta e Cycas circinalis). É uma planta extremamente ornamental e rara. A floração ocorre no verão, nas plantas adultas. Exige sol pleno e multiplica-se por sementes. Regas periódicas apenas quando o substrato apresentar-se seco. 
Está na lista de plantas em extinção da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais). 

A planta tem um pequeno tronco as vezes subterrâneo. Cresce lentamente quando jovem, mas acelera o crescimento quando amadurece.
Pode ser plantada ao sol. Em regiões temperadas é crescida como planta indoor e em áreas subtropicais como planta para varandas, jardins e vasos.
Na Austrália ela é muito utilizada para Bonsai. As folhas são de tonalidade verde clara. Apesar de ser um arbusto, as folhas brotam diretamente do chão, pois o caule é subterrâneo ou no máximo fica com uma pequena parte para fora do solo. É uma planta perene  e pode chegar até 1,3 m de altura. A Zâmia é uma planta que tem sistema reprodutivo (masculino e feminino), em plantas separadas. A planta tem um pequeno tronco as vezes subterrâneo, cresce lentamente quando jovem, mas acelera o crescimento quando amadurece. Prefere clima quente, mas resiste a temperaturas mais baixas, Podendo ser plantada a pleno sol. Em regiões temperadas é crescida como planta indoor e em áreas subtropicais como planta para varandas, jardins e vasos. É fácil de cuidar, tem crescimento lento quando jovem, mas depois com o tronco estabelecido o crescimento é acelerado, deve ser cultivado em solo rico em matéria orgânica e que tenha uma boa drenagem. Mantenha  o solo úmido, mas nunca encharcado, pois isso ocasionará a podridão das raízes.

Sua propagação é feita por sementes.
AtençãoCuidado com crianças e animais de estimação, é uma planta tóxica.

Palmeira Fênix




 NOME CIENTÍFICO: Phoenix roebelinii.

NOME POPULAR: Tamareira-anã, tamareira-de-jardim, fênix, palmeira-fênix,

FAMÍLIA: Arecaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Ásia.

PORTE: Até 4 metros de altura.

FOLHAS: São compostas, pinadas de coloração verde escura brilhante.

FLORES: De coloração amarelada, é uma planta dióica (produz flores femininas e masculinas, em plantas separadas).

FRUTOS: São produzidos no verão ou início do outono, pela planta feminina, são de tamanho pequeno, globoso e de coloração vinho-escuro.

TRONCO: Ereto, fino e elegante, com 15 a 20 cm de diâmetro, com o tempo parte das folhas cortadas presas a ele, vai apodrecendo e soltando, deixando o tronco a vista.

LUMINOSIDADE: Sol pleno ou meia-sombra.

ÁGUA: Manter o solo úmido, mas não encharcado, regar 2 vezes por semana, com uma quantidade maior nos períodos mais quentes e menor nos mais frios.

CLIMA: Aprecia clima quente, mas também pode ser cultivada em clima um pouco mais frio.

PODA: Não necessária, apenas para melhorar a estética, as folhas secas devem ser cortadas.

CULTIVO: Planta bastante rústica, mas de crescimento lento. Sugestão par mistura em vaso: ! parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia grossa de construção.

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio para uma cova de 40 x 40 cm aplicar 20 a 30 litros de composto orgânico. Se o solo for muito argiloso, coloque um pouco de areia grossa de construção, use também NPK, 10 colheres de sopa, da fórmula 04-14-08.

UTILIZAÇÃO: Bastante utilizada no paisagismo, em jardins, de forma isolada ou em pequenos grupos. Pode ser cultivada em vasos, mantidos em locais com bastante iluminação.


Nota: Suas folhas, próximo ao caule têm grandes espinhos, portanto deve se ter o cuidado de plantar em local onde não tenha o transito muito próximo de pessoas  e crianças pequenas.

Pandanus


O pândano é uma árvore tropical, de copa piramidal e de aspecto curioso. Embora seja semelhante a uma palmeira, ele pertence à uma ordem própria a Pandanales, enquanto que as palmeiras são da ordem Commelinidae, juntamente com as gramíneas, as trapoerabas e os agaves. Suas folhas são longas, achatadas como espadas, com margens denteadas, e dispostas em espiral entorno do caule lenhoso e pouco ramificado. Destaque também para as raízes aéreas, que emergem calibrosas diretamente do caule, acima do solo e apresentam função de sustentação da planta. Os frutos do pândano são grandes e do tipo drupa.
As folhas do pândano são verdes, ocorrendo cultivares variegadas de amarelo ou branco, muito decorativas. O aspecto escultural desta planta chama a atenção no jardim, principalmente quando isolada ou em pequenos grupos, valorizando assim o paisagismo. Seu crescimento é bastante lento, mas recompensador. O pândano pode atingir mais de 10 metros, mas mesmo quando jovem é uma planta vistosa. Tanto as folhas como os frutos do pândano são muito importantes para os povos polinésios. Lá eles são aproveitados na culinária e no artesanato, na fabricação de cestos e em adornos.
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Tolerante à maresia, ventos e salinidade do solo, o pândano é uma árvore ideal para o litoral. Planta tipicamente tropical, não tolera clima frio ou seco. Algumas variedades podem ser plantadas em vasos e utilizadas como planta de interior, desde que recebam pelo menos 3 horas de luz solar. Multiplica-se por sementes e por divisão das mudas formadas entorno da planta mãe.


terça-feira, 11 de março de 2014

Palmeira-azul



  • Nome Científico: Bismarckia nobilis
  • Nomes Populares: Palmeira-azul, Palmeira-bismarckia, Palmeira-de-bismarck
  • Família: 
  • Categoria: 
  • Origem: 
  • Luminosidade: 

  • ÁGUA: Suporta solo mais seco, podendo ser irrigada 1 vez por semana.
CLIMA: Tropical e Subtropical que tenham um inverno moderado (até 10º C).
CULTIVO: Tolera solos pobres.
UTILIZAÇÃO: Plantar de forma isolada, ou em pequenos grupos se o espaço não for problema. 
PORTE: Chega atingir 30 metros de altura em seu habitat natural, fora dele fica em torno de 15 metros.
FOLHAS: Tem uma folhagem na cor cinza-azulada, bastante chamativa, de até 2 metros de diâmetro.
FRUTOS: Produzidos no verão em grande quantidade, de formato meio arredondado.
CAULE: Os troncos tem de 30 a 45 cm de diâmetro.

NOTA: Reserve um espaço de 8 metros quadrados, pois ela irá ocupar este espaço quando estiver adulta.
Esta palmeira apresenta estipe único, com diâmetro entre 30 a 45 cm, e alcança 25 metros de altura, embora geralmente não ultrapasse 12 metros. As folhas são grandes, eretas, cerosas, em número de 15 a 20, com formato de leque, palmadas, de cor azul prateada e sustentadas por fortes pecíolos. Quando as folhas velhas caem, deixam uma marca no tronco, que fica anelado. Ocorre ainda uma variedade de folhas verdes, que é menos resistente ao frio e à seca.
A floração ocorre na primavera, despontando inflorescências interfoliares, pendentes, ramificadas e com numerosas flores de cor marrom. As flores são menores e mais abundantes nos machos do que nas que fêmeas. Para produzir sementes férteis é necessário ter as plantas dos dois sexos próximas para que a polinização ocorra. Os frutos são do tipo drupa, ovóides e de cor marrom escura a preta quando maduros. Cada fruto contém uma única semente.
De uma beleza espetacular, essa palmeira exótica é avidamente procurada por paisagistas e entusiastas para suas composições. Seu efeito é escultural e impactante, tornando-se invariavelmente, um ponto focal no jardim. E o mais interessante, é que a planta jovem já é capaz deste efeito, pois sua copa é bastante ampla mesmo com pouca altura. Ideal para jardins amplos, contemporâneos ou tropicais. Também pode ser cultivada em grupos ou linhas, com excelente efeito. Para o seu desenvolvimento e apreciação, precisa de espaço de no mínimo 8 metros de diâmetro. A mesma medida deve ser tomada para espaçamento entre mudas.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos bem drenáveis, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados regularmente. Após o pleno estabelecimento é capaz de tolerar períodos de estiagem. Mesmo assim, recomenda-se a irrigação suplementar, que estimula o rápido crescimento desta espécie. Ao contrário da maioria das palmeiras, a palmeira-azul pode ser conduzida sob sol pleno mesmo que seja jovem.
Aprecia o clima tropical e o subtropical, adaptando-se a ambientes úmidos ou secos. Também suporta as geadas e o fogo, podendo ficar queimada, mas rebrotando em seguida. Pouco tolerante a transplantes depois de adulta. Prefira transplantar mudas jovens e evite ao máximo mexer nas raízes. Multiplica-se por sementes oriundas de frutos recém colhidos e despolpados, plantadas em seguida em saquinhos contendo substrato arenoso e mantido úmido. A germinação ocorre entre 6 a 8 semanas.



Cuidados com roseiras!!!


As roseiras são flores lindas para decorar um jardim, mas por vezes são atacadas por pragas e doenças que convém resolver rapidamente. Para as roseiras manterem sempre um aspeto magnífico, é necessário que sejam cuidadosamente tratadas. Conheça quais são os problemas mais comuns que afetam as roseiras e como resolvê-los.



ferrugem é um dos problemas principais que afeta a saúde e o bem-estar de uma roseira. Ela começa a ser notada quando as folhas ganham pequenas manchas amarelas nas laterais e na sua superfície. Em casos mais avançados de ferrugem, as folhas amarelas não conseguem recuperar a sua pigmentação inicial e acabam por cair. Tenha em atenção que os dias quentes, as noites frias e a umidade incentivam o aparecimento desta doença fúngica que se propaga pelos esporos.
 Para que isso não aconteça, faça uma manutenção regular do seu jardim e retire todas as folhas que apresentem qualquer sinal de ferrugem. Durante a estação de crescimento, deve aplicar um spray de enxofre, um fungicida ou um pesticida orgânico para que a planta possa crescer de uma forma saudável e consistente, sem qualquer vestígio de ferrugem.
Essa roseira é a mesma das fotos acima que estão com ferrugem nas folhas, mas ela  foi tratada a tempo veja como ficou.